terça-feira, 30 junho 2026

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Líder do PCC é morto na região em operação da PMSC e Rotam

Segurança Pública

Líder do PCC é morto na região em operação da PMSC e Rotam

Lucas Daniel dos Santos Borges, conhecido no meio criminoso como “Chapeleiro”, foi neutralizado na tarde desta sexta-feira, 26, durante um confronto com equipes policiais em uma área de assentamento no município de Calmon, no Meio-Oeste de Santa Catarina. O homem era apontado como uma liderança do Primeiro Comando da Capital (PCC) e um dos principais nomes do crime organizado na região do Vale do Iguaçu, e estava foragido da Justiça.

A ação que terminou com a morte do suspeito foi resultado de uma operação conjunta entre a equipe Rotam de União da Vitória, no Paraná, e a equipe do Tático da Polícia Militar de Santa Catarina. As forças de segurança dos dois estados atuaram de forma integrada para localizar o foragido, que se escondia na zona rural do município catarinense.

Segundo as informações apuradas, ao perceber a aproximação das guarnições, Chapeleiro teria reagido à abordagem e iniciado um confronto armado. Durante a troca de tiros, o suspeito foi atingido pelos disparos e morreu ainda no local, antes que pudesse receber socorro.

A trajetória do homem na criminalidade era antiga e começou em União da Vitória, no bairro Limeira, onde ele teria liderado o Primeiro Comando da Limeira (PCL), facção local que posteriormente foi desarticulada. Com o passar dos anos, Chapeleiro ganhou notoriedade e ascendeu dentro da estrutura do crime organizado, passando a integrar o PCC, organização criminosa com atuação em presídios e nas ruas de diversos estados do país.

A ficha criminal atribuída ao suspeito era extensa. Entre os registros estavam roubo qualificado com diversas vítimas, tráfico de drogas, posse de drogas para consumo pessoal, porte ilegal de arma de fogo, receptação e corrupção de menores, além de outras passagens relacionadas a desobediência à abordagem policial e direção sem habilitação.

Nenhum policial ficou ferido durante a ocorrência no assentamento. O caso passa agora a ser acompanhado pelos órgãos competentes, que devem apurar todos os detalhes da intervenção policial conforme os procedimentos legais aplicáveis a esse tipo de ocorrência.

Fonte: Jornal Razão

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